A bola preta surgiu no super-mercado, na sessão de bebidas. Explodiu, me sugando pelo peito para um plano alterno, onde tudo é fantasia cheirosa e poesia voadora. Sou o senhor dos planos, dos meus planos. Eia, guerreiro! Quem há como eu sou?! Quem mais golpes daria, com o tacape que iludia do ultimo sol. Eia, guerreiro! Quem há como eu sou?! Quem fritaria os pastéis da verdade? Quem abriria o baú da insanidade pra não comer pão?Eia, guerreiro! Fiquemos aqui, na sombra da montanha, na faca da visão distante, sob os destroços do castelo de tijolos de línguas, contemplando as impurezas da existência, de baixo do céu, exalando as flores da vida no ar. Eia, guerreiro! Quem há como eu sou?!
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