Como se eu não a limpasse por dias
Então estou sujo a cada meu passo
E não sei onde está aquela vassoura
Não consigo ficar à vontade.
E não quero vestir o chinelo
E se achar a vassoura, não vou
Pôr nenhum, do tapete, grão em baixo
Pois eu quero queimá-lo por todo
Pra que não volte mais aos meus cantos
Nem embrulhe de novo meu quarto.
Eu preciso de um fogo que é eterno
Que me venha direto do inferno
E daquela água que me lavou
Pra que eu plane sobre este chão
E não volte a sujar-me do pó.
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