domingo, 29 de abril de 2012

*Versos livres, rimas pobres


O fruto da imaginação
Do nada criou-se
Para que assim pudesse
Imaginar como seria
O que sempre sonhou-se
E para que assim pudesse
Transformar-se no Tudo
Que sempre quis que fosse

E esse Tudo que passei
A te chamar, desmanchou-se
E assim não pude te escrever,
Nem te falar qualquer tolice
De amor que fosse 

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